segunda-feira, 30 de maio de 2011

PERCURSO DE VIDA... UM CASO DE SUCESSO!

Vitor Nogueira, como muitos de nós, nasceu e viveu parte da sua vida na “nossa” linda cidade do Lobito, a terra dos flamingos, essas lindas aves que nos habituámos a admirar nos mangais da Caponte. Em 1975, pelas razões de todos conhecidas, o Vitor, com apenas 21 anos de idade, acompanhou os seus pais no retorno a Portugal, uma terra onde nunca estivera. A sua família fixou-se na região metropolitana do Porto, mais concretamente em Gondomar, de onde eram oriunda.
O Vitor viu-se coagido a “fazer pela vida” e numa terra onde predomina a indústria de ourivesaria não fugiu à tendência de seguir essa actividade. E, em “Roma fez-se romano”. Com o apoio de alguns familiares, algum atrevimento e muita determinação e persistência, o Vitor começou a estudar o mercado e “deu asas” ao seu dinamismo, criando uma empresa que hoje é líder do mercado e que só se podia chamar “Flamingo”. Era uma homenagem do Vitor ao ex-libris da terra que o vira nascer e que fora obrigado a deixar.
A Flamingo é hoje uma empresa A Flamingo é uma empresa multinacional, reconhecida pelo seu mérito na indústria de ourivesaria e é actualmente a maior empresa de produção fabril em Portugal, com sede em Rio Tinto, Gondomar.
Sendo um projeto de partilha e de confiança, a Flamingo tem como objetivo maior mostrar  materiais como a Prata ,ouro ou latao e todas as suas componentes podem ser utilizadas como uma vantagem para o desenvolvimento de uma indústria, para a sua internacionalização e para o bem-estar dos cidadãos.
A Flamingo opera plenamente na área de negócio da ourivesaria e conta com mais de cem empregados no setor industrial e mais ou menos o menos número no setor comercial. A empresa tem também a sua própria rede de distribuição em Portugal, funcionando por todo o país e com filial em Lisboa na zona da Expo. Complementarmente, a estudada estratégia de internacionalização da Flamingo tem vindo a aumentar o número das exportações e de vendas com os escritório em  Espanha e nos EUA.
A Flamingo adotou uma produção que é considerada de "tradição renovada", adaptando o seu produto aos gostos bem sofisticados, sem esquecer da tradição atraente da indústria portuguesa de ourivesaria, sendo que os objectivos da empresa passam pelo aumento da qualidade dos produtos produzidos, da qualidade do design e da qualidade desta rica e pouco explorada área económica.
Desde 2005, a Flamingo iniciou o seu caminho no lançamento de diversas marcas registadas, desenhadas e produzidas pela empresa e que se encontram à venda nas melhores ourivesarias do País. Estas são algumas das marcas da empresa que estão presentes no mercado nacional e internacional.

- Link-Illusion, no mercado desde 2005 quando a Flamingo, S. A. decidiu criar uma marca destinada a um público moderno, cosmopolita e atento à moda e ao design.  Uma aposta baseada no trabalho exclusivo de designers portugueses no que concerne o desenvolvimento de jóias arrojadas, assinadas e glamourosas.

- Saudade – Amo, Logo Sinto - A Saudade nasceu da vontade da Flamingo em criar uma marca que valorizasse Portugal, tendo na Filigrana o expoente máximo dessa homenagem. No mercado desde o Verão de 2009, a Saudade destina-se ao público atento ao design, que valoriza o que é português e o que entende o verdadeiro sentido da palavra diferente. A Saudade caracteriza-se pela criação de peças originais, procurando na Filigrana uma ferramenta para criar jóias que elevam o seu valor e a sua execução.

- Ellipsis - Sofisticada coleção de conjuntos de prata e ouro, onde se destacam os anéis, com um design atual e moderno, a Ellipsis tem sido um caso de sucesso desde o seu lançamento. Uma marca disponível nas melhores ourivesarias do País. Desde a qualidade do produto, passando pela originalidade dos modelos, a Ellipsis vai ao encontro dos gostos do público feminino e das suas intenções de compra.

- Passion Rings - Passion Rings é a mais recente trend da Flamingo, que se tornou num êxito de vendas como resultado da junção entre a qualidade do produto e o seu preço de venda. Trata-se de uma fantástica coleção de alianças em Prata de Lei, onde encontramos vários modelos exclusivos, assim como os modelos mais tradicionais e igualmente as novas tendências no que concerne esta linha de artigo.

- DHome - Dirigida a um público exigente que valoriza objectos do lar com personalidade forte, a D-Home é uma marca de produtos decorativos em prata
(bilaminado) onde a clara aposta no design surge aliada às melhores técnicas de produção de artigo decorativo.

- Zaramella - A Flamingo alia-se à reputada marca de faqueiros italiana para criar vários modelos originais de peças em prata com design fora do vulgar.
Com Zaramella, a Flamingo procura dar um toque de elegância e de requinte aos artigos em prata, transformando o uso da prata num precioso tesouro de todos os dias.

A funcionar desde 1980, a Flamingo já escreveu mais de trinta anos na História da Indústria portuguesa.


O Vitor, nosso associado desde o início da criação da AAPAL e presidente da “Flamingo”, surpreendeu-nos com a oferta dos pins que ostentamos no nosso convívio, estendendo essa oferta a todos os restantes associados. Deixamos aqui expresso os nossos agradecimentos ao Vitor e também uma singela homenagem pelo êxito que alcançou na sua vida empresarial.
António Costa
Coordenador da Comissão Organizadora do Convívio

AAPAL - UM NOVO CICLO

Hoje, muitos de vós, estais aqui apenas com uma única finalidade: conviver, reencontrar amigos há muito perdidos, renovar esses laços de amizade que o tempo fez desvanecer e, ao final do dia, regressais a casa com a “alma lavada” e de espírito novo, ansiando pela data do próximo convívio. É assim, dessa forma simplista, que encarais a AAPAL, esquecendo que nos bastidores trabalhou toda uma equipa de gente interessada e despojada de outros interesses que não sejam os da solidariedade e que essa equipa não trabalhou apenas para vos proporcionar um dia de convívio, mas também porque persegue objectivos bem mais profundos que aqueles que lhe atribuís. A AAPAL não foi fundada para organizar o convívio anual; a organização deste evento é apenas uma consequência da sua existência. A AAPAL tem nos seus estatutos objectivos solidários que muitos de vós – atrevo-me a dizer a maioria – desconhece, porque nunca se se interessaram verdadeiramente em conhecê-los.
É esse desafio que aqui vos venho lançar: CONHECER OS OBJECTIVOS A QUE A AAPAL SE PROPÕS.
Ao criar-se esta Associação esteve presente no espírito dos seus mentores a imensa comunidade escolar dispersa pelos 4 cantos do mundo. Uns, mercê do seu esforço, da sua capacidade e da sua perseverança conseguiram reestruturar as suas vidas, social e financeiramente. Mas será que todos o conseguiram? Não! E nós na AAPAL sabemos disso e queremos, sem nos arvorarmos em “salvadores do mundo”, mitigar um pouco o sofrimento desses nossos companheiros, os que por uma ou outra qualquer razão que não importa aqui dissecar, não conseguiram atingir o mesmo desiderato. Por que não então partilharmos um pouco do muito que temos com esses que pouco ou nada têm?
Quando nós conhecemos situações de antigos companheiros, cuja vida solitária os inibe de conviver tal como aqui o estamos a fazer, por que não proporcionar-lhes alguns momentos de convívio, mitigando a dor da sua solidão?
Desenganem-se aqueles que pensam que queremos apoiar financeiramente quem a nós recorra. Não o iremos fazer, não só porque os nossos estatutos não contemplam esse tipo de apoio, mas também porque não temos o perfil nem a estrutura de uma IPSS. Procuraremos e queremos apoiar esses nossos antigos companheiros de forma diferente, envolvendo sobretudo o trabalho de voluntariado.
Por que não a criação de centros de dia regionais onde possamos desenvolver essas sinergias e proporcionar algum bem-estar a companheiros menos favorecidos pela sorte? Porque não o apoio domiciliário, em regime de voluntariado, a antigos companheiros acamados ou enfermos? Por que não? Por que não ocupar algum do nosso tempo livre levando uma palavra de conforto a um antigo companheiro hospitalizado? Por que não?
Temos um vasto campo onde poderemos demonstrar que não perdemos algum do nosso espírito solidário e que a nossa natureza foi caldeada em cenários e em condições bem muito diferentes daquelas para onde fomos arrastados pelos interesses políticos, que nos impuseram situações e condições que muitos souberam enfrentar e vencer e outros nem por isso. Pensemos nesses outros.
E são apenas estes os objectivos que a AAPAL persegue? Obviamente, não! Não podemos perder de vista o facto de existir, na nossa vasta comunidade, um conjunto de pessoas que desenvolvem as suas aptidões pessoais, no campo das artes plásticas, da literatura, do artesanato e muitas delas a necessitar que os seus trabalhos ganhem a visibilidade que merecem. E por que não fazê-lo com o apoio da AAPAL? Todos ficariam a ganhar e daríamos a conhecer à comunidade onde estamos inseridos toda a “nossa riqueza cultural”. E muitos outros “por que não” estão ao nosso alcance, assim nos saibamos imbuir da vontade necessária para os alcançar? O espaço de que disponho é, manifestamente, insuficiente para expressar os muitos “por que não” que podemos equacionar. Fico-me por aqui.
É esta a reflexão que vos deixo. Passai a encarar a AAPAL de uma forma diferente. Pensai que há ciclos que se fecham para que outros se possam abrir.  Vamos dar as mãos e abrir esses muitos outros ciclos que podemos abrir.

domingo, 15 de maio de 2011

A CASA DA RESTINGA

Esta é capa do meu novo romance que dentro de dias estará no mercado livreiro. É um livro que escrevi com paixão, força e até traição. Também como ajuste de contas com a História, pois falo de guerra e de paz. Uma história de amor e de dor. Um livro resistente que suporta o sal das minhas lágrimas. Um livro de memórias de um tempo que foi o nosso e dos outros que por lá ficaram. Com revelações e confissões. Cheio de vida. Uma tentação para quando só nos resta a imaginação.
 
SINOPSE
A história de amor entre Carmelinda Valdez, bibliotecária angolana, e Manuel Sanchez, agente da secreta cubana, desenrola-se na cidade do Lobito, logo após o fim da guerra que assolara Angola depois da independência.
Duas histórias de vida entrelaçam-se e desaguam numa só, incapazes de escapar ao Amor maduro que se vai erguendo para lá das diferenças culturais e de mentalidade, muros transponíveis.
Ela, viúva de um português, receia uma nova relação. Ele, divorciado, distante da sua pátria, mergulha sem grande ponderação nas águas agitadas do coração de Carmelinda.
Enquanto tenta investigar um assunto de Estado que o levara oficialmente àquele país, o cubano dedica-se, nos momentos de ócio, a conhecer e conviver com  um grupo de novos amigos encabeçado pelo Major-General Gabriel Valdez Kámando, militar aposentado das FAA e irmão de Carmelinda.
E é no decurso das demoradas refeições no restaurante Tamariz, propriedade de Umbelinda, a fogosa irmã mais nova do clã Valdez, que os tertulianos perscrutam e dissecam o passado de Angola e intentam traçar o seu futuro incerto…      

                                                                                                                  Carla Milhazes 

NOTA DA REDACÇÃO: 
A Editora Terramar estará presente no nosso Convívio 2011, à disposição dos interessados em adquiri-lo cujo preço de venda é 19,00 euros.

sábado, 14 de maio de 2011

FEITIÇOS...

Há feitiços na Savana dos Pensamentos!
Fogo que arde em fogueira que não se vê. Achas que incendeiam e iluminam espaços!
Longe; perto do Lago Kazumbir onde a mulemba guarda ninhos e segredos.
No Lago, todo o ser faz danças de amor!
A mulemba de seiva leitosa de tom rosado, não é doce… mas simplesmente puro mel!

ESPERA

Tempo que arrasta o próprio tempo para longe do nosso querer.
Ansiedade que prende a nossa espera, pelo tempo que faz sofrer!
Como é bom ver-te chegar…
Pela manhã o sol irradia luz!
Lampejos de focos translúcidos rompem restos de Inverno que lentamente se apaga com a beleza de flores orvalhadas, vestidas de “sedas” coloridas - retiradas de casulos ao encontro da Primavera.
Os passarinhos saltaricam alegres junto a ninhos vazios, ansiosos por chilreios…
Os melros, mais astutos e por vezes espantados, refrescam-se e bebericam na pedra escavada onde a água espera, antes da procura de ramos escondidos para darem vida a outras vidas!
A palmeira, com clones de outras naturezas, carrega enfeites que não são os seus… Amores-perfeitos, heras, cravinas e orquídeas revestidas de hastes florais esperam o momento de florir!
Jasmim, magnólias, camélias e frésias cor de fogo anunciam a roda dos tempos que teima em rolar para outras estações que certamente irão chegar…
Quantos Invernos permanecem. Quantas nuvens negras escondem primaveras!
Trovões, ventos, tsunamis manipulados que partem ramos, varrem folhas, amachucam botões, que nunca irão florir…
Restam algumas lágrimas silenciosas que acabam por secar.
Outras estações… hão-de chegar!

quinta-feira, 5 de maio de 2011

EM JEITO DE DESABAFO...

Nos dias que antecedem a data do nosso convívio anual é-me dada a oportunidade de analisar alguns comportamentos dos meus antigos condiscípulos. Comportamentos que, na maioria dos casos, para além de serem autênticos manifestos da falta de solidariedade, revelam alguma desconsideração pelo trabalho, pela carolice e pelo empenho e dedicação com que os elementos da comissão se entregam à organização do evento.
Não me vou deter na análise daqueles que, errada e persistentemente, acham que este convívio se pode realizar sem o rigor, o sentido organizativo e a preocupação com o pormenor que existe na sua preparação. Não me vou deter a analisar os que pensam que “há sempre lugar para mais um”, pretendendo, com esta atitude condenável, subverter os procedimentos que a organização adopta no sentido de salvaguardar os direitos daqueles que cumprem os prazos de reserva e fazem os pagamentos dentro dos prazos estabelecidos. Não vou analisar os comportamentos daqueles que dedicam escassos segundos à leitura da circular e dos procedimentos legitimamente adoptados pela organização – muitas vezes lidos na “diagonal” - mas que são os primeiros a terem atitudes despropositadas, invocando direitos que NÃO lhes estão consignados.
Poderia também deter-me na análise daqueles que antecipam pagamentos sem que os façam acompanhar das respectivas reservas, mas não o farei, tal como não o farei em relação aos que fazem pagamentos através de contas bancárias em que não são os primeiros titulares, convictos de que a organização consegue estabelecer a relação entre esses titulares e os que estão inscritos na base de dados. Em suma, dos que confiam nos “dotes de adivinhação” dos elementos da Comissão Organizadora, dotes que, infelizmente, não possuem.
Não vou aqui analisar as atitudes, por vezes despropositadas e exigentes, de quem tenha participado num outro evento anterior sem que se tenha dado ao cuidado de deixar os seus dados pessoais registados e, hoje, porque não lhe foi enviada a “desejada e ansiada” circular, se arroga o direito de assacar responsabilidades à organização, por tão “tremenda, condenável e dramática falha”, tecendo críticas despropositadas.
Também não quero perder tempo a analisar as atitudes persecutórias dos que, num passado recente e em anteriores eventos, tiveram posições menos próprias para com os elementos da organização, esquecendo que o facto de pertencerem à antiga comunidade escolar do Lobito não lhes confere direitos especiais e, muito menos, é tolerável que essas atitudes se situem no campo do insulto pessoal.
Não vou analisar o comportamento daqueles que insistem, de forma persistente, em estarem presentes num determinado convívio de um determinado ano, ou porque nada mais têm para fazer nesse dia, ou porque “está na moda e podem aparecer” e, nos anos subsequentes, primam pela ausência sem que tenham a amabilidade – que a educação lhes exige – de acusar a recepção da circular que lhes foi enviada. E sem sequer se dignarem pedir para que os retirem das listas.
Se fizesse todas estas análises perderia um pouco do meu precioso tempo. Prefiro deter-me numa análise bem mais profunda e, quiçá, mais adequada ao momento: aos daqueles que ainda não perceberam o contexto em que este convívio é realizado. Ao fazê-lo invisto, de bom gosto, algum do meu tempo livre, com o objectivo único de esclarecer os mais desatentos e os ainda renitentes.
Sendo certo que este convívio é um “prolongamento” dos convívios realizados pelos antigos professores e alunos da Escola Comercial do Lobito, desde 1983 – é justo reconhecer tal facto – não é menos verdade que não podemos viver eternamente agarrados ao passado, ignorando que há - e houve - uma natural evolução e que se mudaram os cenários e os contextos em que esse convívio passou a ser organizado. A evolução que mais destaque me merece foi a criação da AAPAL, pois mudou, de forma significativa, o enquadramento em que estes convívios passaram a ser realizados. Por agora existir uma estrutura, legalizada, que assumiu a responsabilidade de dar continuidade aos convívios.
Contudo, a AAPAL não foi criada para organizar este evento e muito menos se esgota com a sua realização. Seria extremamente redutor que assim fosse. A AAPAL foi criada numa perspectiva mais abrangente, essencialmente solidária e é nessa perspectiva que deve incidir o foco da nossa análise.
A AAPAL possui já um número significativo de associados, tem os seus objectivos bem definidos e a organização do convívio anual da comunidade escolar do Lobito é apenas uma consequência da herança que lhe foi outorgada, herança essa que não renega e que quer preservar, com o mesmo espírito e num justo tributo a quem lha transmitiu.
Com o número de associados que a AAPAL já possui podia perfeitamente realizar-se um convívio anual mais restrito, limitando-o aos seus associados e mantendo a mesma dimensão e simbolismo dos até aqui organizados, Mas tal configuraria uma situação selectiva e discriminatória para com os não associados, em suma o resto da antiga comunidade escolar lobitanga, o que, manifestamente, está nos antípodas do que se pretende. E, REPITO, a AAPAL quer manter vivo o espírito solidário que esteve na génese da sua criação. Mas, confesso, gostaria de ver associados ao projecto todos os restantes membros dessa antiga comunidade que dele ainda não se inteiraram, por manifesto comodismo ou por estranho desinteresse. Gostaria de sentir o retorno da mesma solidariedade com que a AAPAL se quer expressar. E não este alheamento por tudo o que não diga respeito apenas ao convívio anual. A AAPAL não é (apenas) o convívio.
Esse alheamento não confere aos não sócios quaisquer direitos especiais, nomeadamente o de questionarem a Comissão Organizadora acerca dos procedimentos que entende adoptar na preparação do convívio. Apenas aos sócios - e só a esses - tem a Comissão Organizadora do Convívio de prestar contas dos seus actos e apenas deles se aceita críticas ou o escrutínio ao trabalho realizado. Deste ou um outro qualquer que lhes seja outorgado. Desta ou qualquer outra missão que lhes seja confiada. E enquanto neles quiserem confiar. Por não quererem eternizar-se na sua estrutura e porque outros poderão fazer trabalho de mais qualidade.
Por tudo o que atrás foi dito e porque também não aceito que outros insultem, caluniem e subvertam o trabalho da comissão organizadora, feito muitas vezes – nunca é demais repeti-lo - em sacrifício das horas livres dos que a integram, de forma empenhada e desinteressada e com extrema carolice, apetece-me aqui utilizar, a propósito, uma expressão muito popularizada no teatro: “saia de cena quem não é de cena”.

domingo, 1 de maio de 2011

INSCRIÇÃO NA AAPAL (NOVOS ASSOCIADOS)

Para tornar mais fácil a adesão de eventuais candidatos à AAPAL foi disponibilizado um formulário on-line, onde os interessados poderão enviar os seus dados pessoais e manifestar o interesse na sua candidatura.
Esse formulário encontra-se inserido no final desta página e é de fácil preenchimento.
Associem-se, quantos mais formos, mais podemos realizar os nossos objectivos. Inteirem-se das condições de adesão e dos objectivos que a AAPAL pretende alcançar.